Nesta terça-feira, 27 de setembro, tivemos acesso ao beta do Battlefield 3. E as surpresas começaram cedo.
Ao iniciar o jogo uma janela do navegador é aberta. Surge o Battlelog. Trata-se de um site que permite que você acompanhe os suas realizações (achievements), resultados, troféus, etc. Mas não é só isso, encontrar e entrar em servidores, formar esquadrões, clãs (chamados de Platoons), iniciar a campanha, enfim, tudo é feito a partir do Battlelog. Ele é a interface do jogo como um todo. Tudo acontece no navegador até o momento em que a batalha começa.
Ao selecionar um servidor, a interface do Battlelog inicia o processo de conexão com o servidor, e quando esse processo é concluído, é oferecida a opção de iniciar a partida. A partir daí, uma nova janela é aberta, já com tudo pronto para que você apenas jogue.
Os gráficos são realmente incríveis e a movimentação dos personagens é impecável. No geral há um senso de realidade muito forte. Os efeitos sonoros também merecem destaque: impressionam pela qualidade extremamente realística. Cada um desses fatores contribui para uma experiência imersiva e convida a uma nova disputa. O jogo fluiu muito bem na minha máquina (i7 2600k, GTX 560 Ti), com os gráficos configurados no modo ultra e resolução Full HD. A impressão que fica é que o jogo é leve, seguindo a tendência estabelecida pelo Crysis 2.
Infelizmente, para a fase beta, apenas um mapa foi disponibilizado e este sem os grandes diferenciais da série. Nada de veículos.... Nada de aviões, tanques ou jipes. Apenas o combate direto está acessível - bala por bala, faca por faca. Somando esses dois fatores, não é difícil concluir que as batalhas ficam limitadas previnindo longas sessões, já que a repetição é constante e isso torna tudo um pouco chato.
O mapa Operation Metro é bem diversificado. Iniciando em um cenário aberto de um parque público, passando por corredores estreitos de uma estação de metrô em ruínas e finalizando numa intricada combinação de edifícios e ruas. O cenário explora bem vários tipos de combate, oferecendo trincheiras e premiando o bom trabalho em equipe e a progressão estratégica. Aqui não é lugar para correria! Ninguém está usando uma Nanosuit, e certamente vai perecer com apenas alguns poucos tiros. Isso aqui é a guerra, soldado.
Vale mencionar que, apesar de ser apenas um beta, o nível de qualidade está muito alto. No geral houve poucos problemas. Fui desconectado sem explicação uma vez, mas nada além disso, o que é um ótimo presságio, visto que a EA tem histórico de lançar os jogos primeiro e fazê-los funcionar depois.
Por fim, ficam mais algumas imagens do jogo e também um vídeo bem curtinho para atiçar a vontade de quem não experimentou ainda. Fiquem ligados, quita-feira, dia 29/09, o beta estará aberto para todos que quiserem participar, inclusive no PS3 e XBox 360. Até lá!
Compre agora mesmo Battlefield 3 na MegaMamute!
Ao iniciar o jogo uma janela do navegador é aberta. Surge o Battlelog. Trata-se de um site que permite que você acompanhe os suas realizações (achievements), resultados, troféus, etc. Mas não é só isso, encontrar e entrar em servidores, formar esquadrões, clãs (chamados de Platoons), iniciar a campanha, enfim, tudo é feito a partir do Battlelog. Ele é a interface do jogo como um todo. Tudo acontece no navegador até o momento em que a batalha começa.
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| Interface do Battlelog |
Ao selecionar um servidor, a interface do Battlelog inicia o processo de conexão com o servidor, e quando esse processo é concluído, é oferecida a opção de iniciar a partida. A partir daí, uma nova janela é aberta, já com tudo pronto para que você apenas jogue.
Os gráficos são realmente incríveis e a movimentação dos personagens é impecável. No geral há um senso de realidade muito forte. Os efeitos sonoros também merecem destaque: impressionam pela qualidade extremamente realística. Cada um desses fatores contribui para uma experiência imersiva e convida a uma nova disputa. O jogo fluiu muito bem na minha máquina (i7 2600k, GTX 560 Ti), com os gráficos configurados no modo ultra e resolução Full HD. A impressão que fica é que o jogo é leve, seguindo a tendência estabelecida pelo Crysis 2.
Infelizmente, para a fase beta, apenas um mapa foi disponibilizado e este sem os grandes diferenciais da série. Nada de veículos.... Nada de aviões, tanques ou jipes. Apenas o combate direto está acessível - bala por bala, faca por faca. Somando esses dois fatores, não é difícil concluir que as batalhas ficam limitadas previnindo longas sessões, já que a repetição é constante e isso torna tudo um pouco chato.
O mapa Operation Metro é bem diversificado. Iniciando em um cenário aberto de um parque público, passando por corredores estreitos de uma estação de metrô em ruínas e finalizando numa intricada combinação de edifícios e ruas. O cenário explora bem vários tipos de combate, oferecendo trincheiras e premiando o bom trabalho em equipe e a progressão estratégica. Aqui não é lugar para correria! Ninguém está usando uma Nanosuit, e certamente vai perecer com apenas alguns poucos tiros. Isso aqui é a guerra, soldado.
Vale mencionar que, apesar de ser apenas um beta, o nível de qualidade está muito alto. No geral houve poucos problemas. Fui desconectado sem explicação uma vez, mas nada além disso, o que é um ótimo presságio, visto que a EA tem histórico de lançar os jogos primeiro e fazê-los funcionar depois.
Por fim, ficam mais algumas imagens do jogo e também um vídeo bem curtinho para atiçar a vontade de quem não experimentou ainda. Fiquem ligados, quita-feira, dia 29/09, o beta estará aberto para todos que quiserem participar, inclusive no PS3 e XBox 360. Até lá!
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